sábado, 15 de junho de 2013

MARINA SILVA EM JOÃO PESSOA NOS DIAS 18 E 19 DE JUNHO



Fonte da imagem:
 http://www.facebook.com/photo.php?fbid=655725314441707&set=a.616655928348646.1073741826.616655098348729&type=1&theater

A visita de Marina Silva já era esperada por todos os mobilizadores e organizadores da #Rede Sustentabilidade na Paraíba. Será uma passagem rápida, devido a sua agenda lotada, mas será de fundamental importância para os mobilizadores da Rede paraibana. De acordo com os organizadores ela chegará por volta das 11:30 horas no Aeroporto Castro Pinto.

Foto

O local da recepção será no auditório do Hotel Xenius - Avenida Cabo Branco, 1262, próximo ao Busto de Tamandaré, João Pessoa-PB. Chegando ao Busto você entra a direita, na direção do Cabo Branco. Todos estão convidados. Caravanas sairão do Sertão, Agreste e Brejo paraibano. Confirmada a presença de mobilizadores do Rio Grande do Norte e Pernambuco, virão a capital paraibana ouvir ao vivo a mensagem de uma das principais lideres da #Rede no Brasil. 

Também será uma oportunidade dos mobilizadores levarem as fichas já coletadas, bem como mobilizar a população da orla, na tarde do dia 18, coletando assinaturas para que a meta das 800 mil assinaturas seja atingida até o final de julho, pois até o momento a #Rede Sustentabilidade já registrou a coleta de 546.686 assinaturas.
Para o dia 19 até meio dia Marina Silva esta agendando um café da manhã com as comunidades eclesiásticas e uma palestra com debate na UFPB, campus de João Pessoa. 
Ao meio dia Marina Silva segue viagem para outros estados.

Você que ainda não assinou a ficha de apoio a #Rede Sustentabilidade e estará em João Pessoa entre os dias 18 e 19 de junho, entre em nosso site: http://www.brasilemrede.com.br/  imprima a ficha, preencha e vá ao encontro com Marina Silva e demais participantes da Rede para atingirmos as 800 mil assinaturas até o final de julho de 2013. Caso não consiga, preencha nossa ficha e envie para o endereço que aparece em nosso site. Aqui segue um resumo de imagens da coleta de assinaturas no Brejo paraibano, Guarabira e região:




























sexta-feira, 14 de junho de 2013

A Educação na Visão de Marina Silva

Entre os estudiosos da Educação, vale a pena ouvir as pessoas que só aprenderam a ler e escrever já em fase juvenil ou adulta. Nesse sentido vale a pena assistir a este Vídeo em que Marina Silva fala sobre sua trajetória de formação e de saberes - http://www.youtube.com/watch?v=4HaoZecD16M

Atlas Geográfico brasileiro em PDF

O Atlas Geográfico Brasileiro Milton Santos, do IBGE, foi liberado para download (cumprindo a Lei de Acesso à Informação). São mais de 300 páginas com mapas e análises. Vale a leitura e fica como referência:

http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv47603.pdf

terça-feira, 11 de junho de 2013

Ciço de Luzia



O escritor paraibano Efigênio Moura, autor sua mais recente cria, Ciço de Luzia. A obra literária será apresentada ao público do Curso de Especialização em fundamentos da Educação do Polo Guarabira neste sábado, dia 15 junho de 2013, no Campus III da UEPB, por volta das 10:30 horas. O livro foi indicado como obra de analise para o vestibular de 2014 e será uma oportunidade impa para conhecer o autor e sua obra.
Um caririzeiro que gosta de aproveitar os motes e dizeres populares para seus contos, suas histórias, suas prosas. Assim é Ciço de Luzia. Um trabalho surpreendente em cada capitulo. Aproveite e venha conhecer a obra que custa apenas 20 reais. 

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Sonhar não ofende

marina silva

 

Texto Extraído do link: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marinasilva/2013/05/1287604-sonhar-nao-ofende.shtml Jornal a Folha de São Paulo online
31/05/2013 - 03h30

Sonhar não ofende





Na próxima semana serão plantadas muitas árvores e feitos muitos discursos. Faz tempo que a Semana do Meio Ambiente mostra o quanto o Brasil está preso a uma repetição retórica e prática. A mudança é para pior: se antes era "mais do mesmo", agora é menos do mesmo.
A governança ambiental construída a duras penas buscava superar o embate simplório entre destruidores e defensores de uma natureza sempre considerada externalidade, longe do centro econômico da vida social. Reforçando o controle e a participação social, fortalecendo as instituições, incentivando o desenvolvimento sustentável, buscávamos transitar para uma sociedade em que a "questão ambiental" estivesse integrada a todos os aspectos do desenvolvimento.
Dez anos depois, já seria tempo de dar um passo adiante. Mas nem a mais atrasada ideia de "progresso a qualquer preço" é capaz de explicar o retrocesso que o governo brasileiro e sua base parlamentar promoveram nos anos recentes.
Profundo a ponto de se constituir na grande marca do atual governo, o retrocesso acontece justo nos anos em que a humanidade mais necessita de liderança estratégica para evitar o aquecimento de dois a seis graus que a ciência projeta, agora que a concentração de gases estufa ultrapassou todos os limites.
E os limites do Brasil? O "novo" Código Florestal, celebrado como uma vitória dos ruralistas, um ano depois de aprovado, mostra que é uma simples "licença para desmatar". Mas também temos o drama indígena em Belo Monte, e a violência em tantas outras aldeias, a redução de unidades de conservação, a perda de controle sobre o desmatamento e uma interminável fila de agressões contra o futuro.
Alguns casos atingem as bases da economia. No próximo leilão de energia só se permitem propostas para contratar termelétricas. São proibidos projetos de energia eólica, uma fonte mais barata e menos poluente. Há projetos aprovados de energia eólica, mas a Chesf não consegue entregar as linhas de transmissão. Pagamos caro pela falta de planejamento e pela obsessão por combustíveis fósseis.
E haja espaço para elencar tanto retrocesso. Mas como a esperança não precisa morrer de véspera, que tal sonhar que nesta Semana do Meio Ambiente, o governo resolva iniciar um processo de redução de tantos danos? Destravando pelo menos a agenda de criação das unidades de conservação, que está paralisada, deixando prejudicadas as comunidades tradicionais, como as da Reserva Extrativista Rio Branco-Jauaperi, na divisa entre Roraima e Amazonas, e a biodiversidade da região do Boqueirão da Onça, no Vale do São Francisco. Sonhar não ofende.
Marina Silva
Marina Silva, ex-senadora, foi ministra do Meio Ambiente no governo Lula e candidata ao Planalto em 2010. Escreve às sextas na versão impressa da Página A2.

domingo, 9 de junho de 2013

PARA ENTENDER POR QUE MATAM OS ÍNDIOS


Fonte da imagem: sambaquinarede2.blogspot.com  

Texto de Elaine Tavares

No início do século XX o Brasil decidiu expandir suas fronteiras agrícolas, fortalecendo a sua posição de país dependente, exportador de matérias primas. Era necessário então avançar pelo interior, abrir caminhos para a pecuária e a agricultura. Aí entrou em cena o Marechal Rondon, que sonhava com uma convivência pacífica entre índios e brancos: "morrer sim, matar, jamais". Mas, esse legado de humanidade se perdeu no tempo. "Pacificados," os indígenas chamados a se "civilizar", a entrar no ritmo da sociedade branca, foram perdendo sua identidade, suas raízes, sua cultura. Outros, renitentes, foram alojados em reservas, como se fossem bichos exóticos, com suas terras diminuídas e tutelados pelo estado. O território "pacificado" ganhou escrituras, donos, cercas. E aos verdadeiros donos do território restou a nostalgia de um tempo em que eles podiam viver à sua maneira.

Agora, durante o mais novo ciclo de desenvolvimento dependente brasileiro, que teve início no governo Lula, é justamente essa dita fronteira agrícola que busca se expandir outra vez e, de novo, às custas dos povos originários ou dos camponeses sem terra. Mas, quando falamos em agricultura não está em questão aquela que produz comida para a mesa dos brasileiros, e sim a de exportação, que na linguagem empresarial ganhou o pomposo nome de agronegócio. Pois esse negócio (o agrobussines) representa mais de 22% da riqueza total produzida no país, o que não é pouca coisa. Só a China tem importado mais de 380 milhões de dólares em produtos agrícolas, bem como os Estados Unidos que encosta nessa mesma cifra.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

MEIO AMBIENTE E ECOLOGIA POLÍTICA: 40 anos de (des)encontros ambientais em um capitalismo predatório.


Açudes Coremas-Mãe D´água - Sertão Paraibano, imagem de MARIANO NETO, 2010.


Por: Belarmino Mariano Neto (belogeo@yahoo.com.br)
Mestre em Meio Ambiente e Doutor em
Sociologia com enfoque ambientalista.
Universidade estadual da Paraíba
Centro de Humanidades


INTRODUÇÃO

Este artigo se coloca enquanto uma analise crítica acerca dos encontros e desencontros internacionais sobre meio ambiente, típicos Rio-92 e Rio+20 entre outros. Em 1992, o Anarquista pernambucano Roberto Freire fez uma dura crítica ao modo de produção capitalista dizendo que se tratava de uma Farsa ecológica o que aconteceu no Rio-92, pois se discursava sobre a ideia de desenvolvimento sustentável. No fundo a ideia aparente que prevaleceu a partir do Rio-92, com a Agenda 21, parecia uma tentativa internacional em barrar as agressões que o sistema capitalista efetuava contra o patrimônio natural e contra as pessoas, que em grande parte do planeta viviam e ainda vivem abaixo da linha da pobreza.

O Rio+20 é uma versão muito piorada o que ocorreu em 1992 na Cúpula do Rio de Janeiro articulada pelas Nações Unidas (ONU) para o meio ambiente e para a sociedade. Mas na verdade, foram encobertas as intenções que esse sistema em sua fase de crise aguda reserva para o resto de natureza e humanidade. O modo de produção capitalista não se sustenta ecologicamente e agoniza crises sem precedentes em sua curta história de pouco mais que quinhentos anos. Seguir esse sistema é apostar na destruição socioambiental presente e futura.

Quando falamos de 40 anos de encontros ambientais estamos resgatando, a ideia de tomada de consciência ambiental planetária que culminou com movimentos pacifistas e ambientalistas, culminando com Estocolmo-Suécia (1972); várias ações da ONU para nosso futuro em comum (década de 1980); Rio 92 e Parafraseando Freire (1992) a farsa ecológica se repetiu no rio+20. Venceu a tese dos capitalistas degradadores e os representantes de governos e de Estados, advogou em defesa dessa tese antiecológica, inclusive o governo brasileiro, pois sabendo desse encontro, tratou de permitir que o novo código florestal entrasse em pauta no Congresso Nacional, para regularizar os crimes ambientais passados e recentes.

A humanidade ficou ambientalmente mais pobre em 2012 e não lhes resta mais quase nada de esperança no que tange as questões socioambientais presentes e futuras. A rio+20 enterrou em grande parte os passos dados a 20 ou 30 anos de preocupações com o meio ambiente. De fato os movimentos sociais não foram ouvidos, não conseguiram incluir nesse novo documento, as verdadeiras preocupações em relação às crises socioambientais existentes hoje e que se agravarão nesses 20 anos que seguem.

Este ainda é o nosso saldo: agressões ao meio ambiente - poluição atmosférica, poluição dos mares, poluição dos rios, poluição dos alimentos, desmatamento, extinção de espécies da fauna e da flora são quase todas permitidas pelos estados modernos e praticadas direta ou indiretamente por empresas capitalistas, que obedecendo às normas do mercado, buscam o maior lucro, custe o que custar para a natureza e para os seres humanos. No que afirmam a ecologia política “a relação humanidade-natureza e, ainda mais precisamente, as relações entre as pessoas que se aplicam à natureza, ou o que os marxistas chamam de forças produtivas” (LEPIETZ, 2003, p.9-10).

O que destaco nesse arranjo teórico é uma nítida aproximação estabelecida entre o pensamento marxista de critica ao modo de produção e exploração capitalista e que a ecologia política incorpora um novo discurso crítico que inclui agora as questões de ordem socioambiental.
Os diferentes estágios da humanidade são os diferenciais sociais em diferentes espaços. A produção do espaço geográfico é extremamente contraditória e afronta diretamente a natureza em todos os sentidos. “A noção de que o homem deve dominar a natureza vem diretamente da dominação do homem pelo homem” (BOOKCHIN, 1992, p.17).

Para Mariano Neto (2001, p.62), esta sociedade baseada no produzir por produzir, no lucrar em detrimento da natureza e do humano é vista como mercadoria de uns poucos, o reino natural é uma mera manufatura para o desenfreado mundo comercial e da concorrência. Essa sociedade gerou a globalização que de fato é uma submundialização, pois os impactos sobre as condições socioambientais estão levando a humanidade para atrasos sem precedentes na história.

a questão da pobreza humana no ambiente e mais particularmente sua estrutura social, com mudanças recentes em nível de padrão técnico e as condições de vida, trabalho, moradia na periferia das cidades marcam um ambiente de profundas contradições. Estes argumentos estão todos focados pela ecologia política, pois quando se pensa tanto em termos de uma ecologia cultural, quanto em termos de uma economia política, depara-se com as contradições estabelecidas ao longo do histórico e contraditório sistema capitalista.

Na contramão da rio+20 capitalista, a sociedade precisa reagir de maneira organizada. Nesse sentido, anarquistas e comunistas, mulheres, negros, índios, jovens, religiosos, universitários, partidos políticos de matriz ecológica e anticapitalista, ONG´s sérias, entre outros, precisam focar na defesa de uma sociedade ecológica como afirma Bookchin (1992).
Existe um novo discurso expresso em uma metanarrativa do mundo, da sociedade e do ambiente em que o meio ambiente e a sociedade começam a ser entendidos a partir de categorias concretas da história. 

Nesse sentido, novos arranjos e desenhos da existência humana se expressam nas concrectudes do mundo. Autores como Faladori (2001), que trata a questão da sustentabilidade a partir dos limites do desenvolvimento e das crises ambientais do presente; Duarte (1986), que faz uma leitura de Karl Marx em relação à natureza em O Capital; Lipietz (2003), que estabelece um paralelo entre a ecologia política e o futuro do marxismo; Boeira (2002), por considerar a ecologia política enquanto um campo transdisciplinar; Alimonda (2001), que apresenta vários apontamentos sobre a ecologia política na América Latina de tradição marxista; Bookchin (2003), que apresenta uma preocupação básica em relação a ecologia social; Santos (2001), por fazer uma profunda crítica ao atual modo de vida capitalista e ao processo de globalização.

Com certeza, todos estes pensadores são críticos desse modelo cupular de encontro para tratar de um tema que interessa a toda a humanidade e concordam com uma coisa, não existem milagres, nem salvação do meio ambiente e da humanidade nesse sistema de perversidade contra o patrimônio natural e contra a humanidade. A ecologia política e o materialismo estão teoricamente preocupados em compreender a realidade social em dinâmicas materializadas, mas em se tratando de natureza a máxima vale também, pois o homem é primeiramente natureza  (BURKETT, 1999, apud: FALADORI, 2001, p. 135).

É importante dizer que a sociedade capitalista levou ao extremo as contradições historicamente estabelecidas na relação sociedade e natureza, tanto em relação à proporcionalidade material (quantitativa e qualitativa) necessária para reprodução da sociedade, quanto na ideia de valores e acumulação capitalista que podem ser identificadas como responsáveis por profundas transformações sócio-espaciais refletidas enquanto crises ecológicas do presente.

A sociedade envolvida e as dinâmicas do meio ambiente que hoje são representadas por profundas alterações socioambientais, demonstram uma nítida combinação de atividades em situações conflitantes. No atual estágio de desenvolvimento científico, tecnológico e informacional, os problemas de ordem ecológica, econômica e social apontam para desequilíbrios naturais e conflitos sociais nunca vistos pela humanidade.

Para tanto é preciso uma profunda compreensão da história socioeconômica política, cultural e técnica estabelecidas, levando em conta os processos de apropriação da natureza em seus diferentes estágios e níveis. Esta é a principal preocupação do que considero enquanto ecologia política, pois entendo que os ecossistemas naturais, sistemas agrícolas e sistemas urbanos são focos de diferentes estudos. Nesse sentido existe uma convergência epistemológica das ciências sociais e naturais que aponta na direção das questões ambientais, não apenas enquanto campo da biologia, ecologia ou geografia. Pois “o ambiente não é a ecologia, mas a complexidade do mundo” (LEFF, 2001, p.139).

É muito importante resgatar o pensamento de (BOFF, 1995, p. 06), pois para ele “A Ecologia não trata apenas das questões ligadas ao verde ou às espécies em extinção. A Ecologia significa um novo paradigma, quer dizer, uma nova forma de organizar o conjunto de relações dos seres humanos entre si, com a natureza e com o seu sentido neste universo”.
Mesmo com a rio+20 fracassada, não podemos cruzar os braços diante desse modelo socioeconômico degradador. Temos sim que apostar em uma sociedade ecológica e isso passa obrigatoriamente pela transformação desse modo consumista e degradador da natureza e da humanidade.
Guarabira, 05 de junho de 2013.

Referências
ALIMONDA, Hector. Uma herencia em Comala (Apuntes sobre Ecologia Política Latinoamericana y la tradición marxista). In. Ambiente & sociedade. Campinas/SP: NEPAM/UNICAMP, 2001.
BOFF, Leonardo. ECOLOGIA Grito da Terra, Grito dos Pobres. São Paulo: Ática, 1995
BOOKCHIN, Murray. Por uma Ecologia Social. Rio de Janeiro: Utopia, nº 4, 1992.
BOEIRA, Sérgio Luís. Ecologia Política: Guerreiro Ramos e Fritjof Capra. In. Ambiente e Sociedade. Campinas/SP: NEPAM/UNICAMP, 2002.
BURKETT, Paul. Marx and Nature. A red and green perspective. In: FALADORI, Guillermo. Ambiente & Sociedade. Campinas/SP: NEPAM/UNICAMP, 2001.
DUARTE, Rodrigo A. de Paiva. Marx e a Natureza em O Capital. São Paulo, Edições Loyola, 1986.
FALADORI, Guillermo. Sustentabilidad Ambiental y Contradiccines Sociales. In. Ambiente & Socieade. Campinas/SP: NEPAM/UNICAMP, 1999.
FALADORI, Guillermo. Limites do Desenvolvimento Sustentável. Campinas/SP: Editora da Unicamp, 2001.
FREIRE, Roberto. A Farsa Ecológica. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1992.
LEFF, Henrique. Epistemologia Ambiental. São Paulo: Cortez, 2001.
LIPIETZ, Alain. A Ecologia Política e o Futuro do Marxismo. In. Sociedade & Ambiente. Campinas/SP: NEPAM/UNICAMP, 2003.
MARX, Karl. O Capital: Crítica da Economia Política; Livro primeiro: O processo de produção do capital. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 1985.
MARX, Karl. Manuscritos Econômicos e Filosóficos. São Paulo: Martin Claret, 2001.

MARIANO NETO, Belarmino. Ecologia e Imaginário – Memória cultural, natureza e submundialização. João Pessoa: Editora da UFPB, 2001.

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