terça-feira, 4 de junho de 2013

CÂNCER TEM CURA - POR FAVOR LEIA E ESPALHE

 

É 10.000 vezes mais forte do que a quimioterapia e não querem que nós saibamos, pois caso contrário, as grandes cadeias iriam parar de VENDER MEDICAMENTOS !!!
O MAIS PODEROSO ANTI-CÂNCER DO PLANETA COMPARTILHEM...!

A graviola ou graviola árvore é um produto milagroso para matar as células cancerosas. É mais potente do que 10,000 quimioterapias.
Por que não está ciente disso? Porque há organizações interessadas em encontrar uma versão sintética, que lhes permite obter lucros fabulosos. Assim, a partir de agora você pode ajudar um amigo em necessidade, deixando-o saber que beber suco de graviola pode prevenir a doença. O seu sabor é agradável. E, claro, não produz os efeitos terríveis da quimioterapia. E se você tiver a chance de fazer, plantar uma árvore em seu quintal de graviola. Todas as partes são úteis.

A próxima vez que você quiser beber um suco, escolha o de graviola!!!
Quantas pessoas morrem enquanto este tem sido um segredo bem guardado para não por em risco os lucros multimilionários de grandes empresas? Como você bem sabe a gravioleira é baixa. Não ocupa muito espaço, é conhecido pelo nome de Graviola no Brasil, Guanabana em espanhol, e "Graviola" em Inglês.
O fruto é muito grande e sua polpa branca, doce, comida diretamente ou normalmente usado para fazer bebidas, sorvetes, doces etc... O interesse desta planta é devido a seus fortes efeitos anti-câncer.

E embora ele atribuída muito mais propriedades, o mais interessante é o efeito que produz sobre os tumores... Esta planta é um remédio para o câncer de todos os tipos. Alguns dizem que é muito útil em todas as variantes de cancro.
Considera-se também como um espectro de agente anti-microbiano largo contra infecções bacterianas e fúngicas, é eficaz contra parasitas internos e vermes, que regula a pressão sanguínea e combate o stress elevado, a depressão e distúrbios do sistema nervoso.

A fonte desta informação é fascinante: ela vem de um dos maiores fabricantes de medicamentos do mundo, que diz que depois de mais de 20 testes de laboratórios realizados desde 1970 extratos revelaram que: destrói as células malignas em 12 tipos cancros, incluindo o cólon, mama, próstata, pulmão, pâncreas entre outras ...

Os compostos desta árvore mostrou 10.000 vezes melhor ato na diminuição de células de cancro que o produto da adriamicina, um fármaco quimioterapêutico, tipicamente usado em todo o mundo.

E o que é ainda mais surpreendente: este tipo de terapia, com o extrato de graviola, só destrói células de câncer maligno e não afeta as células saudáveis.

Instituto de Ciências da Saúde, L.L.C. 819 N. Charles Street Baltimore, MD 1201.

Fonte: http://www.facebook.com/photo.php?fbid=270732713072820&set=a.227882410691184.1073741825.200596420086450&type=1&theater

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Um Círculo Vicioso Mortal - Leonardo Boff

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"O ideal capitalista de crescimento ilimitado num planeta limitado parece não ser mais proponível ou só sob grande violência."

"Meu sentimento do mundo diz que vamos ao encontro de uma formidável crise generalizada que nos colocará nos limites da sobrevivência. Chegando a água ao nariz, faremos tudo para nos salvar. Possivelmente seremos todos socialistas, não por ideologia mas por necessidade: os parcos recursos naturais serão repartidos equanimemente entre os humanos e os demais viventes da comunidade de vida."

Estamos todos sentados em cima de paradigmas civilizacionais e econômicos falidos. É o que nos revela a atual crise global com suas várias vertebrações. Nada de consistente se apresenta como alternativa viável a curto e a médio prazo. Somos passageiros de um avião em voo cego. O que se oferece, é fazer correções e controles à la Keynes, que, no fundo, são mudanças no sistema mas não do sistema. Mas é este sistema que comparece como insustentável, incapaz de oferecer um horizonte promissor para a humanidade. Por isso, a demanda é por um outro sistema e um outro paradigma de habitar este pequeno, velho, devastado e superpovoado planeta. É urgente porque o tempo do relógio corre contra nós e temos pouca sabedoria e parco sentido de cooperação.

Em razão dos interesses dos poderosos que não fazem o necessário para evitar o fatal, as soluções implementadas mundo afora vão na linha de “mais do mesmo”. Mas isso é absolutamente irracional pois foi esse “mesmo” que levou à crise que poderá evoluir para uma tragédia completa.

Estamos, pois, enredados num círculo vicioso letal. Dois impasses estão à vista, gostem ou não os economistas, “os salvadores” do mundo: um humanitário e outro ecológico.

O primeiro é de natureza ética: a consciência planetária, surgida à deriva da globalização, suscita a pergunta: quanto de inumanidade e de crueldade aguenta o espírito humano ao verificar que 20% das pessoas consome 80% de toda a riqueza da Terra, condenando o resto à cruz do desespero, encurralada nos limites da sobrevivência? Esta aceitará o veredito de morte sobre ela? Ela resiste, se indigna e, por fim, se rebelará por instinto de sobrevivência O ideal capitalista de crescimento ilimitado num planeta limitado parece não ser mais proponível ou só sob grande violência.

O segundo é o limite ecológico. O capitalismo criou a cultura do consumo e do desperdício cujo protótipo é a sociedade norte-americana. Generalizar esta cultura – cálculos foram já feitos – precisar-se-iam de duas ou mais Terras semelhantes à nossa, o que torna o propósito irrealizável. Por outra parte, encostamos nos limites dos recursos e serviços da Terra e os ultrapassamos em 40%. Todas as energias alternativas à fóssil, mantido o atual consumo, atenderia somente 30% da demanda global. Como se depreende, dentro do mesmo modelo, somos um sapo sendo lentamente cozido sem chances de saltar da panela.

Há três propostas criativas: a da economia solidária que não mais se guia pelo objetivo capitalista da maximização do lucro e de sua apropriação individual. A do escambo com as moedas regionais. A terceira é a da biocivilização e da Terra da Boa Esperança, do economista polonês que dirige um centro de pesquisa sobre o Brasil em Paris: Ignacy Sachs. Ela confere centralidade à vida e à natureza, tendo o Brasil como o lugar de sua antecipação. As três são possíveis mas não acumularam ainda força suficiente para ganhar a hegemonia.

Talvez elas nos poderiam salvar. Mas teremos tempo hábil? Bem dizia Gramsci: “o velho não acaba de morrer e o novo custa em nascer”. Não se desmonta uma cultura de um dia para outro. Quem está acostumado a comer bife de filé dificilmente se resignará a comer ovo.

Meu sentimento do mundo diz que vamos ao encontro de uma formidável crise generalizada que nos colocará nos limites da sobrevivência. Chegando a água ao nariz, faremos tudo para nos salvar. Possivelmente seremos todos socialistas, não por ideologia mas por necessidade: os parcos recursos naturais serão repartidos equanimemente entre os humanos e os demais viventes da comunidade de vida.

Santo Agostinho sabiamente ensinou que dois fatores ocasionam em nós grandes transformações: o sofrimento e o amor. Devemos aprender já agora a amar e a sofrer por esta única Casa Comum a fim de que possa ser uma grande Arca de Noé que albergue a todos. Então será, sim, a Terra da Boa Esperança, um sinal de um Jardim do Éden ainda por vir.

DIA DO GEÓGRAFO NA UEPB EM GUARABIRA


Lançamento do Livro Geografia e Território: Planejamento Urbano, Rural e Ambiental - Vol. II

O Centro Acadêmico de Geografia Uepb CH "Prof. Milton Santos", com apoio da coordenação do curso de Geografia, do Centro de Humanidades e da Coordenação do curso de Especialização em geografia e território, realizou o evento em comemoração ao dia do Geógrafo com palestras e lançamento do Livro "Geografia e Território: Planejamento urbano, rural e ambiental" - Vol. II, organizado pela profa. Luciene Arruda e Belarmino Mariano Neto. O evento foi coordenado por Klemylsonn FrançaJeyse PereiraWellington Miguel, Simone, Ramon Santos e outros membros do CA. No turno da manhã ocorreu reunião com professores e liderança estudantil, onde se discutiu a situação do curso no pós greve geral. Na ocasião, o professor Yure Silva Lima, fez a doação de 11 livros sobre as metrópoles brasileiras e suas regiões, para a biblioteca do centro de Humanidades. Durante a tarde e à noite ocorreram duas palestras com os professores Belarmino Mariano Neto e Yure, sobre planejamento urbano e ambiental, com a participação das professoras Aletheia Stedile Belizário e Ana Gloria Marinho, além do sorteio de livros, e apresentação do livro lançado pela professora Luciene Arruda e Belarmino Mariano. Houve um coquetel e os autógrafos dos livros. Centenas de estudantes e dezenas de professores participaram do evento, além de dezenas de autores dos diferentes artigos que compõem o livro lançado durante o evento.
No dia primeiro de junho, sábado próximo, teremos um segundo lançamento, durante o período da manhã, no pátio da UEPB em Guarabira, para os professores da Rede Estadual de Ensino que Estão fazendo a especialização em Fundamentos da Educação, parceria da UEPB com o governo do Estado da Paraíba, através da Secretaria de Educação do Estado.
veja todo o álbum de imagens: http://www.facebook.com/media/set/?set=a.610748575603532.1073741879.100000051843762&type=1

sexta-feira, 24 de maio de 2013

ALERTA CIENTÍFICO SOBRE O PERIGO DOS TRANSGÊNICOS

Por: Ramiro Pinto Guarani Kaiowá (Ambientalista campinense Alerta):
Mães e pais, cuidado nos alimentos que estamos dando as nossas filhas e aos nossos filhos! Vejam se tem o "T" de transgênicos. Alimentos de milho e soja transgênicos são feito para nossas crianças: pipoca, mingaus, chips de milho, óleos, amido de milho, etc.

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Revista Galileu

Imagens de ratinhos com tumores imensos inundaram a Europa no fim de setembro. Os animais comeram por dois anos uma espécie de milho transgênico por pesquisadores da Universidade de Caen, na França. Primeiro estudo de longo prazo feito com a semente NK603 — uma das mais vendidas do mundo —, ele retomou com toda a força o debate sobre os riscos desse tipo de alimento.

Na pesquisa, os ratinhos foram separados em grupos que comiam só milho transgênico, milho normal com herbicida [Roundup] ou transgênico com herbicida. A mortalidade entre essas cobaias foi até 3 vezes maior, no caso das fêmeas, em comparação com os animais do grupo de controle — que comiam milho normal e nada de herbicida.

O estudo foi publicado no Food and Chemical Toxicology Review, importante publicação científica, e acompanhou os animais por 24 meses, enquanto os testes para aprovar transgênicos costumam exigir apenas 3 meses. “Os primeiros grandes tumores apareceram entre o quarto e o sétimo mês, ressaltando que o padrão atual de triagem não é adequado”, dizem os autores da pesquisa, no artigo.

Parte da comunidade científica e os fabricantes de transgênicos, é claro, questionaram as conclusões da pesquisa. Alegam, por exemplo, que ela não descreve detalhadamente a dieta normal dos ratos de controle e inclui poucos animais nesse grupo. Por isso, a Autoridade Europeia de Segurança dos Alimentos pediu mais dados aos pesquisadores para emitir uma posição definitiva.

“O relatório deixa várias questões em aberto”, diz Helaine Carrer, professora da Escola Superior de Agricultura da USP, lembrando que os transgênicos estão há quase duas décadas no mercado. “Mas as consequências que o estudo levanta são suficientemente graves e não podem ser ignoradas.”

Fonte da Imagem: http://pratoslimpos.org.br/?tag=nk-603

Revista Galileu

Imagens de ratinhos com tumores imensos inundaram a Europa no fim de setembro. Os animais comeram por dois anos uma espécie de milho transgênico por pesquisadores da Universidade de Caen, na França. Primeiro estudo de longo prazo feito com a semente NK603 — uma das mais vendidas do mundo —, ele retomou com toda a força o debate sobre os riscos desse tipo de alimento.

Na pesquisa, os ratinhos foram separados em grupos que comiam só milho transgênico, milho normal com herbicida [Roundup] ou transgênico com herbicida. A mortalidade entre essas cobaias foi até 3 vezes maior, no caso das fêmeas, em comparação com os animais do grupo de controle — que comiam milho normal e nada de herbicida.

O estudo foi publicado no Food and Chemical Toxicology Review, importante publicação científica, e acompanhou os animais por 24 meses, enquanto os testes para aprovar transgênicos costumam exigir apenas 3 meses. “Os primeiros grandes tumores apareceram entre o quarto e o sétimo mês, ressaltando que o padrão atual de triagem não é adequado”, dizem os autores da pesquisa, no artigo.





Parte da comunidade científica e os fabricantes de transgênicos, é claro, questionaram as conclusões da pesquisa. Alegam, por exemplo, que ela não descreve detalhadamente a dieta normal dos ratos de controle e inclui poucos animais nesse grupo. Por isso, a Autoridade Europeia de Segurança dos Alimentos pediu mais dados aos pesquisadores para emitir uma posição definitiva.

“O relatório deixa várias questões em aberto”, diz Helaine Carrer, professora da Escola Superior de Agricultura da USP, lembrando que os transgênicos estão há quase duas décadas no mercado. “Mas as consequências que o estudo levanta são suficientemente graves e não podem ser ignoradas.”

Fonte: http://pratoslimpos.org.br/?p=4973

Leia a matéria nos links que contém mais informações:

Alimentos transgênicos – Saiba como identifica-los
http://www.coletivoverde.com.br/rotulacao-transgenicos/

Gilles-Eric Séralini : l'homme aux rats
http://www.lemonde.fr/planete/article/2012/11/20/gilles-eric-seralini-l-homme-aux-rats_1793239_3244.html

Monsanto revela que milho transgênico pode fazer mal a saúde
http://www.mst.org.br/Monsanto-admite-que-milho-transgenico-pode-fazer-mal-a-saude

Transgênicos aumentam em até três vezes ocorrência de câncer em ratos
http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/2012-09-19/estudo-revela-toxicidade-alarmante-dos-transgenicos-para-os-ratos.html

A Monsanto dentro das revistas científicas
http://pratoslimpos.org.br/?tag=nk-603
 — ALERTA DE PERIGO - Alimentos Transgênicos (17 fotos)

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Lançamento do livro Geografia, Território e Planejamento, dia 29 de maio


LANÇAMENTO DO LIVRO - NO DIA DO GEÓGRAFO 
Será dia 29 de maio, durante a tarde e a noite. No auditório do CH/UEPB.

Capa do livro, 2013, com 365 páginas. Valor R$: 30 reais 

Contaremos com a presença dos organizadores, autores e co-autores dos 25 artigos que compõem o livro. A abordagem acadêmica, envolve vários eixos temáticos em torno da Geografia, Território e Planejamento - urbano, rural e ambiental, além das geotecnologias atuais em um livro de excelente qualidade gráfica e editorial com 365 páginas, incluídos imagens, gráficos e tabelas.
O mais novo livro do Grupo de Pesquisa Terra , Volume II, com artigos dos especialistas em Geografia e Território - Planejamento Urbano, Rural e Ambiental, em sua segunda turma. sob a coordenação e organização da Professora Luciene Vieira de Arruda e do professor Belarmino Mariano Neto.
Os autores envolvidos com essa obra são: Alexleide Santana, André da Cunha, Antonielle Pinheiro, Maria Ariadny, José Eduardo, Ivania Gomes, Rafael de Farias, Rosimeri de Lourdes, Patricia dos Santos, Adriano Pereira, Edna Oliveira, Celinaldo Alves, Edno Paulino, Érika Gonçalves, Fábia Vanessa, Mônica Alves, Maria Edileuza, Jacob Soares, José Marcos,  Alexandre Ferreira,  Alysson Pereira, Josilene Pereira, Josias Silvano, Rebeka Amaro, Maria das Graças e Sharlene da Silva. Os co-autores com participação direta dos professores envolvidos com essa pós-graduação, tanto na aplicação dos módulos, quanto nas orientações, entre eles: Aletheia Stedile, Aldo Gonçalves, Amanda Christinne, Belarmino Mariano, Carlos Belarmino, Edvaldo Carlos, Fábio Dantas, Luciene Arruda, Lanusse Rocha, Regina Celly, Robson Pontes e Severino dos Ramos.

O livro em seu segundo volume, conta com a mesma linha editorial do primeiro, A editora ideia www.ideiaeditora.com.br - fez todo o trabalho gráfico e de capa, que se caracteriza por uma elevada qualidade editorial. O livro foi organizado a partir de quatro eixos temáticos definidos dentro da estrutura do curso de especialização e estrategicamente programados pelos organizadores. O primeiro eixo - Planejamento Urbano e Rural, conta com nove artigos; O eixo dois - intitulado Planejamento do Meio Físico/Ambiental, conta com nove artigos; o terceiro Eixo - Planejamento Técnico: Cartografia e Sistemas de Informações Geográficas, conta com três artigos; e o quarto eixo - Geografia do Turismo e Planejamento Territorial, foi estruturado em quatro capítulos, assim, temos um livro com 365 páginas em 25 capítulos.
Na perspectiva de uma Geografia da intervenção, esse livro elencou alguns alguns objetivos fundamentados pela ideia de que os graduados em geografia e áreas afins sejam profissionais a serviço da sociedade e da natureza. Nesse sentido, objetivou-se qualificar e capacitar professores e outros profissionais para atuarem, enquanto planejadores urbanos, rurais e ambientais, na perspectiva do desenvolvimento territorial sustentável. 
Esse é mais um volume do trabalho coletivo, em que durante mais de um ano de pesquisas,  estudos de campos, módulos das disciplinas, orientações, trabalhos de gabinetes, fóruns de debates, etc. permitiram a geração desse conhecimento. É possível afirmar que os artigos aqui produzidos foram fundamentais para que vários dos nossos especialistas, conseguisse acesso aos seus mestrados, fossem aprovados em concursos públicos e hoje estão atuando diretamente em suas áreas de conhecimento. A partir dessa experiência acadêmica, tanto em sua base teórico-metodológica, quanto nas ações empíricas, contribuíram para que os professores atingissem seus objetivos. Agora é aguardarmos  um pouquinho para os lançamentos, pois esse livro cobre áreas do Litoral ao Agreste paraibano, passando pelo Cariri, indo até as feiras agroecológicas de Pernambuco.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Programa de Biogeografia



Departamento de Geografia e Coordenação de Geografia 
Professores: Belarmino Mariano Neto (belogeo@yahoo.com.br)


PLANO DE CURSO

1. EMENTA DA DISCIPLINA
Biogeografia: Conceitos e divisões. Evolução, campos de estudo e tendências atuais da Biogeografia. Princípios biogeográficos. A Biosfera e as relações de interdependência. A distribuição dos seres vivos: fatores. Os fatores ecológicos. Os Biomas terrestres. A interferência do homem nos Biomas terrestres. Fitogeografia e Zoogeografia do Brasil. A degradação dos ecossistemas brasileiros. Aplicações da Biogeografia.

2. OBJETIVO(S)
Compreender os mecanismos da distribuição dos seres vivos no tempo e no espaço. Ressaltar o caráter interdisciplinar da Biogeografia através das interrelações entre a abosdagem ecológica e geográfica. Enfatizar as relações entre a Biogeografia, a conservação da natureza e o planejamento ambiental.

3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

UNID.                                            ASSUNTO                                                

  
   I -        Biogeografia: conceitos e divisões
1.       A evolução da biogeografia;
2.       A biosfera campo da biogeografia;
3.       Conceito de meio ambiente;                    
4.       As ciências auxiliares da biogeografia;
5.       Biogeografia e Ecologia.

    II -      Classificação e Evolução dos seres vivos
1.       Categorias Sistemáticas;
2.       Classificação dos Animais;                                                       
3.       Classificação dos Vegetais;
4.       A coluna cronogeológica.

   III  -     Distribuição  das Espécies

1.       Distribuição Geográfica;

2.       Distribuição Ecológica;                                                        

3.       Deriva Continental.  


     IV -       1.  Componentes de um ecossistema;
                  2.  Cadeias alimentares;                                                           
3.   Relações Harmônicas e desarmônicas.

     V  -   Os Grandes Ecossistemas da Terra
1.       Tundra, Taiga, Floresta Temperada, Floresta Tropical,    
      Campos e Desertos;                                                             

    VI  -      1.   Regiões Fito-Geográficas do Brasil;
2Conservação da Natureza.



4. MÉTODOS E TÉCNICAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM
Aulas expositivas dialogadas. traballho campo. Estudos dirigidos. Leitura de mapas. Debates.


5. RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro. Apresentação em Projeto multimidia. Mapas. Vídeos,

6. TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
Seminários; redação de Artigos; Relatórios; Fichamento de textos.

7. BIBLIOGRAFIA

ABÍLIO, F. J. P.(org.) Bioma Caatinga: ecologia, biodiversidade, educação ambiental e práticas pedagógicas. João Pessoa: Universitária UFPB, 2010.
AB’SABER, A. N. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003.
AB”SABER, A.N. Ecossistemas do Brasil. São Paulo: Metalivros, 2009.
Dicionário de Ecologia e Ciências Ambientais. São Paulo, Compainha Editora melhoramentos (Dicionários Temáticos melhoramentos.) 1998.
ARRUDA, Luciene Vieira; MARIANO NETO, Belarmino (Orgs.). Geografia e Território – Planejamento urbano, rural e ambiental. João Pessoa: Ideia, 2013. Volume II.
DE MARTONNE, Emm. Tratado de Geografia Física. Barcelona, Provenza,     101, Editora Juventud – Tomo 2. 1975.
DREW, David. Processos Interativos Homem-meio ambiente. Rio de janeiro: Bertrand Brasil, 2010.
LUETZELBURG, Phillipp Von. Estudos Botânico do Nordeste. Volume 1. Ministério da Aviação e Obras Públicas.
MARIANO NETO, Belarmino. Ecologia e Imaginário: memória cultural, natureza e submundialização. João Pessoa: UFPB/Universitária, 2001.
MARIANO NETO, Belarmino. Geografia: Textos, contextos e pretextos para o planejamento ambiental. Guarabira: Gráfica São Paulo, UEPB, 2003.
MARIANO NETO, Belarmino; ARRUDA, Luciene Vieira (Orgs.). Geografia e Território – Planejamento urbano, rural e ambiental. João Pessoa: Ideia, 2010.
MARIANO NETO, Belarmino. http://observatoriodoagreste.blogspot.com – artigos, dissertações e teses, vários anos.
MARTINS, Celso. Biogeografia e Ecologia. 5. ed. São Paulo, Nobel, 1985.
MOREIRA, Ruy. O Circulo e a Espiral: A crise paradigmática do mundo moderno. Rio de Janeiro: Obra Aberta, 1993.
ODUM, Eugene P. Ecologia.Rio de Janeiro: Editora Guanabara: 1988.
PASSOS, Messias Modesto. Biogeografia e Paisagem. Maringá/ PR: Edições do Autor, 1998.
PEREIRA, João Batista da Silva e ALMEIDA, Josimar Ribeiro de. Biogeografia  e Geomorflogia. In:  GUERRA, Antônio José Teixera e CUNHA, Sandra Baptista. Geomorfolologia e Meio Ambiente. Rio de Janeiro, Editora Bertrand Brasil. 1996.
PINTO, Maria Novais (org.) Cerrado: caracterização, ocupação e perpectivas. Brasília, UNB. 1993.
RIZZINI, C. T. de. Tratado de Fitogeografia do Brasil. Volume 1 e 2, Editora     Hucitec. São Paulo, 1978.
ROMARIZ, Dora de Amarante. Biogeografia: Temas e Conceitos. São Paulo: Scortecci, 2008.
RODRIGUES, José Manoel Mateo et al. Geoecologia das paisagens: uma visão geossistêmia da análise ambiental. Fortaleza: Edições UFC, 2007.
SAMPAIO, Everardo V. S. B.[et al].Vegetação e flora da caatinga. Recife : APNE, 2002.                               
SCHULTZ, Alarich R.H. Introdução à Botânica Sistemática. 4aed. Porto Alegre,   Ed. da Universidade, UFRGS.1984.
STORER, Tracy 1. & USINGER, Robert L. Zoologia Geral. Trad. Caludio Gilberto Froehlich. 4aed. São Paulo, Compainha Editora Nacional, 1973.
SUERTEGARAY. Dirce Maria Antunes. Geografia física e geografia humana: Uma questão de método - Um ensaio a partir da pesquisa sobre arenização. GEOgraphia, Rio de Janneiro, Vol. 12, No 23, p. 8 -29. 2010.
TROPPMAIR, Helmut. Biogeografia e Meio Ambiente. 8.ed. Rio Claro/ SP:Divisa, 2008.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Relatório Parcial da Especialização em Fundamentos da Educação Polo Guarabira



CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO: PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INTERDISCIPLINARES
PÓLO GUARABIRA/UEPB-CH/CAMPUS III
Coordenador do Polo: Prof. Belarmino Mariano Neto (belogeo@yahoo.com.br)

RELATÓRIO PARCIAL DO PRIMEIRO MÓDULO E ENCAMINHAMENTOS:

MÓDULO I: EDUCAÇÃO E IDENTIDADE (Componente: Identidade e Pluralidade Cultural).
MÓDULO II:  EDUCAÇÃO NO CAMPO - CONCEPÇÃO E FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO NO CAMPO  (EM ANDAMENTO). 

Porta Avião doa EUA atingido por Míssil Iraniano no Golfo Pérsico

.  Por Diego González vis Blaut Ulian Junior  🇮🇷🔥🇺🇸‼️A Verdade Material rompeu a barreira da negação do Pentágono. O que an...