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Publicado em  – Et Urbs Magna . Republicado no Bem blogado Por Elias Flexa, filósofo e ribeirinho amazônida!Quando os textos chegam de dentro da Floresta, as vozes de um filosofo conhecido por Elias Flexa, toca o dedo nas feridas da região amazônica, indicando que ruralistas, grileiros e outros destroem a amazônia em sintonia com o atual governo brasileiro.LEIA A SEGUIR:Pessoal, eu moro em Porto de Moz – Pará, no rio Xingu. Estou no meio da Amazônia e vocês não tem ideia do que está acontecendo aqui. A imprensa está mostrando a questão das queimadas, mas isso é apenas um dos fatos que estão ocorrendo. É horrorizante saber que é muito pior. Desde que Bolsonaro foi eleito presidente, parece que os madeireiros, fazendeiros, latifúndios e demais devastadores se sentem livres para fazer seus crimes ambientais. Eles encontraram no discurso do presidente um incentivo a destruir a natureza com a certeza da impunidade. Nos governos do PT, a política ambiental incomodou essa turma. Nesse período fo…

Geografia da População: Teorias Demográficas

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Por Belarmino Mariano Neto

Trabalhamos com as Teorias Demográficas, no contexto da Geografia da População. Inicialmente apresentamos os pensadores do século XVII ao século XVIII, que apresentaram seus pensamentos sobre o processo de desenvolvimento da população, em especial na Europa. Usamos como referencias os otimistas e os pessimistas, considerando os Socialistas libertários e os liberais. A Teoria de Thomas Malthus (Malthusianismo), seguido pela Teoria da Transição Demográfica, Teoria Neomalthusiana e Teoria Reformistas (Marxista) de crítica aos malthusianos e neomalthusianos.

- Vídeo aula -

Imagens e referencias:

file:///C:/Users/Usu%C3%A1rio/Downloads/Geografia%20da%20Popula%C3%A7%C3%A3o%20(Slides)%20(1).pdf
















GEOPOLÍTICA DO FOGO E CRISE AMBIENTAL NA AMAZÔNIA BRASILEIRA

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Por Belarmino Mariano A escolha em tratar sobre Geopolítica no contexto ambiental pode até parecer uma banalidade para os conceitos da Geografia Política, ou talvez, pode parecer estranho, pois nos lembra a ideia de "Guerra do Fogo", típica dos povos primitivos que não dominavam as forças da natureza e disputavam os territórios das cavernas, lutando contra as sombras e a escuridão, então estaríamos no mundo das trevas e do desconhecido. No entanto, nos encontramos no século XXI, na era das tecnologias espaciais e informacionais, em que o princípio básico é a comunicação e temos em curso a banalidade do discurso ambiental. Na verdade, a banalidade do discurso está nas mãos do presidente Bolsonoro e acho que ele conseguiu destruir mais uma histórica relação diplomática internacional e desta vez foi com o governo francês de emannuel Macron. Já tivemos desentendimentos com Israel, Egito, Alemanha, Noruega, Inglaterra, e temos três navios iranianos em águas ou mar territorial brasi…

Saga da Amazônia

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Vital Farias*
Era uma vez na Amazônia a mais bonita floresta
Mata verde, céu azul, a mais imensa floresta
No fundo d'água as Iaras, caboclo lendas e mágoas
E os rios puxando as águas
Papagaios, periquitos, cuidavam de suas cores
Os peixes singrando os rios, curumins cheios de amores
Sorria o jurupari, uirapuru, seu porvir
Era: Fauna, flora, frutos e flores
Toda mata tem caipora para a mata vigiar
Veio caipora de fora para a mata definhar
E trouxe dragão-de-ferro, prá comer muita madeira
E trouxe em estilo gigante, prá acabar com a capoeira
Fizeram logo o projeto sem ninguém testemunhar
Prá o dragão cortar madeira e toda mata derrubar
Se a floresta meu amigo, tivesse pé prá andar
Eu garanto, meu amigo, com o perigo não tinha ficado lá
O que se corta em segundos gasta tempo prá vingar
E o fruto que dá no cacho prá gente se alimentar?
Depois tem o passarinho, tem o ninho, tem o ar
Igarapé, rio abaixo, tem riacho e esse rio que é um mar
Mas o dragão continua a floresta devorar
E quem habita…

“LONDRINAS” INVISÍVEIS percorrendo cidades imaginárias

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POR EDUARDO MARANDOLA JR.

RESUMO
A cidade, hoje, é a morada do homem. Nela, concentra-se grande parte da população terrestre, tornando-a não apenas o principal habitat humano mas, sobretudo, o grande locus de vivência, onde a existência humana manifesta-se em toda a sua multiplicidade e diversidade. A urbanidade é a forma de sociabilidade e de organização espacial predominante, e a ruralidade torna-se cada vez mais secundária à urbs. Além de foco de poder, a cidade é também fonte de sentido e de significação, tanto através de discursos quanto de imagens. As imagens conduzem ao imaginário, o qual vem à existência no embate das relações homem-meio. O imaginário urbano é um substrato orgânico que, como uma seiva, alimenta e institui, juntamente com outros elementos de outras dimensões, a cidade, a sociedade e o homem. É o encontro das ordens empírica e imaginária, nas escalas individual e coletiva. Este imaginário urbano pode ser acessado de diversas formas, referente a várias concepções t…

Análise socioambiental do parque urbano da Bica de Sertãozinho, Mamanguape/PB/Brasil

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 Leandro Bandeira Luna de Moraes  Belarmino Mariano Neto (Orientador)
RESUMO:
O estudo aconteceu no município de Mamanguape, Litoral Norte da Paraíba, na região imediata de Mamanguape-Rio Tinto e Intermediária de João Pessoa (IBGE, 2017). O objetivo geral foi analisar geograficamente o Parque Urbano da Bica de Sertãozinho que foi instalado na Reserva Ambiental Bica de Sertãozinho, no perímetro urbano de Mamanguape/PB. Os objetivos específicos foram desenvolvidos na seguinte ordem: I. Identificar as características geográficas e históricas da área de pesquisa no contexto territorial II. Identificar as características socioambientais do Parque Urbano (PU) da Bica do Sertãozinho; III. Sintetização de dados fotográficos; IV. Sugerir aos órgãos competentes fiscalizar as áreas do trecho estudado, assim como outras que passam pelo mesmo problema, para que sejam desenvolvidas políticas públicas de preservação do meio ambiente. Os procedimentos metodológicos consistiram de uma p…