terça-feira, 22 de outubro de 2013

ENTRE TERRAS, SERRAS E ÁGUAS: Uma análise geográfica do rio Mamanguape no Agreste/Brejo paraibano. (


Vale do Mamanguape - Trechos do Vale do Alto rio Mamanguape,
entre Alagoa Grande, Areia e Alagoa Nova/PB/Foto de Letícia Dionísio, 2012.

Linha de pesquisa: Ecossistemas, Conservação e Impactos Ambientais.

ENTRE TERRAS, SERRAS E ÁGUAS: Uma análise geográfica do rio Mamanguape no Agreste/Brejo paraibano.
(Autora) - Letícia Luana Dionísio da Silva – UEPB/CH/DG

(Orientador) - Prof. Dr. Belarmino Mariano Neto - UEPB/CH/DG
(Coorientador) Prof. Ms. Leandro Paiva do Monte Rodrigues - UEPB/CH/DG

(Examinadora) – Profª. Dra. Luciene Vieira de Arruda - UEPB/CH/DG
(Examinadora) – Profª Ms. Ana Carla dos Santos Marques


RESUMO
O trabalho teve por área objeto de estudo a bacia hidrográfica do alto curso rio Mamanguape para compreender as relações territoriais, socioeconômicas e socioambientais estabelecidas nesta área. O objetivo foi analisar geograficamente a bacia hidrográfica do rio Mamanguape/PB por meio de expedições geográficas para diagnosticar as reais condições ambientais da área em questão. A pesquisa foi desenvolvida partir de um projeto de Iniciação Científica, orientado pelo professor Belarmino Mariano Neto, vinculada ao Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica da Universidade Estadual da Paraíba juntamente com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (PIBIC/UEPB/CNPq) na cota 2011/2012. O procedimento metodológico consistiu em empírica com trabalhos de campo, registro de imagens fotográficas, entrevistas indiretas, observação da paisagem, pesquisa bibliográfica, coleta e sistematização de informações no eixo de estudo da bacia do rio Mamanguape a partir do seu Alto curso. Através dos trabalhos empíricos foi possível identificar áreas impactadas ambientalmente com degradação socioambiental. Também se conseguiu observar a dinâmica socioeconômica de uso e ocupação do espaço, tanto pelas tradicionais atividades monocultoras a exemplo da cana-de-açúcar, bem como de atividades mais atuais como a fruticultura de banana e laranja. Outras atividades como extração de argila e areia, contribuem para a dinâmica socioeconômica, bem como para a degradação ambiental da área.



Palavras-Chave: Território, hidrografia e rio Mamanguape.

Leia Trabalho na integra - Link:

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Pedro Simon parabeniza Eduardo Campos e Marina Silva


Por Eduardo Campos,

Deixa eu contar uma coisa para vocês... Esses últimos dias têm sido de muita emoção pela oportunidade única que a gente está tendo de construir uma nova era da política no Brasil. Mas teve um momento que me tocou de um jeito especial.

Na manhã do sábado, quando já corria a notícia da chegada de Marina e da aliança entre o PSB e a Rede Sustentabilidade, eu recebi um telefonema do senador Pedro Simon. E ele me disse: "Estou ligando para lhe dar o abraço que seu avô lhe daria." Na mesma hora, eu fiquei com os olhos cheios de lágrimas. Não apenas pela referência a meu avô Miguel Arraes, que todos sabem a importância que tem para mim. Mas também por ouvir isso de um dos homens públicos mais sérios desse país. Pedro Simon é a prova viva que é possível fazer política com honestidade, com ética, com ideias. Ouvir essas palavras ditas por ele só me dá a certeza que estamos no caminho certo.

Em Pernambuco, a gente tem um frevo (que acabou virando hino da minha primeira eleição para governador, na voz do meu querido Ariano Suassuna) que diz que madeira de lei o cupim não rói. Pedro Simon, Marina Silva, o pessoal da Rede, nós do PSB... Somos todos madeira de lei. O cupim não rói e a gente não enverga. Entramos nessa para ganhar. Nós vamos mudar a política desse país, junto com vocês, junto com todo mundo que queira abraçar essa bandeira. Vamos mudar a política para mudar o Brasil.

(aqui nesse link o grande Ariano Suassuna, em 2006, cantando Madeira do Rosarinho http://www.youtube.com/watch?v=QdFkYqkZxig)


Análise: Inspiração de Marina é a ‘política de empates’ de Chico Mendes



Fonte da Imagem: http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://3.bp.blogspot.com/_YY318-Btg1E/TRKg3sY5X3I/AAAAAAAAAF8/r6o7Evtr-aQ/s400/chico.jpg&imgrefurl=http://nosuldoamazonas.blogspot.com/2010/12/22-anos-sem-cico-mendes.html&h=287&w=400&sz=21&tbnid=TiUye8aW555cVM:&tbnh=77&tbnw=107&zoom=1&usg=__mcDU-kVmT765pna3T1JgGfGOcJo=&docid=3k7Rj5jBVErCSM&sa=X&ei=E1hXUtq7Hqn-4AO5joDgCQ&ved=0CKgBEP4dMA8


By Rede Sustentabilidade, 10 de outubro de 2013
Exatamente 25 anos depois do assassinato do ativista ambiental Chico Mendes, a ex-ministra Marina Silva foi buscar nos ensinamentos do seu antigo líder e inspirador os fundamentos da estratégia que adotou ao se filiar ao PSB e se aliar à candidatura presidencial do governador de Pernambuco, Eduardo Campos. O movimento virou de ponta-cabeça o quadro da corrida presidencial e transformou numa grande incógnita a disputa pelo Palácio do Planalto em 2014. Só que suas bases não têm nada de secretas e foram lançadas por Chico Mendes ainda nos anos 70. Trata-se de uma adaptação para o cenário eleitoral da chamada “política dos empates”, uma estratégia largamente usada por Chico Mendes e por outro importante líder sindical do Acre Wilson Pinheiro.
A “política dos empates” foi a forma encontrada pelo grupo de Chico Mendes para impedir que madeireiros e fazendeiros do Acre praticassem desmatamento ilegal na região. Sem condições de enfrentar a força dos adversários, a estratégia era formar uma corrente humana, com as pessoas de mãos dadas, para impedir a passagem dos tratores. Dessa corrente faziam parte crianças, mulheres, idosos e os homens da comunidade. Chico e Wilson Pinheiro apostavam, com razão, que a perspectiva de uma tragédia impediria o avanço das máquinas. O impasse na situação era conhecido como “empate”. Mas, na verdade, tratava-se de uma vitória do grupo, que, apesar de sua fragilidade, impedia o desmatamento. Da tática ainda fazia parte passar a impressão para a opinião pública de que os ativistas estavam apenas se defendendo dos desmatadores, em vez de mostrar que se tratava de uma ação organizada contra adversários.
Agora, Marina bebeu dessa fonte para montar sua ação organizada. Sem conseguir legalizar a fundação do seu partido, a Rede, a ex-senadora se viu emparedada, mesmo estando em segundo lugar em todas as pesquisas de intenção de voto e depois de conseguir mais de 19 milhões de votos na eleição de 2010. Se aceitasse o convite de outra legenda para concorrer à Presidência, veria cair por terra seu discurso de pregar uma política diferente, sem arranjos de ocasião. Se não se filiasse, arremessaria pela janela um patrimônio eleitoral que dificilmente sobreviveria até a próxima votação.
Marina decidiu adotar o “empate” contra seus adversários. A situação política não lhe permitia ganhar, mas poderia proporcionar uma situação em que também não perderia. Aliada a Eduardo Campos, sem garantir sua candidatura presidencial, preserva o discurso do desprendimento em troca de um jeito novo de fazer política. Junto com o governador pernambucano, cria uma frente de dissidentes do governo petista do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, garantindo algum tipo de coerência para se alinhar com o socialista. E se coloca diante da opinião pública como apenas reagindo a uma situação limite. Os tratores adversários passariam por cima de sua política. Marina montou, então, sua corrente de aliados para barrar a passagem dos adversários criando o “empate”.
A ex-senadora pode até ver adiado o sonho de chegar ao Palácio do Planalto, mas garantiu pontos importantes com a manobra. Seu grupo fica instalado dentro do PSB até conseguir as assinaturas necessárias para garantir sua criação formal. Ela também “empresta” seu cacife eleitoral para Eduardo Campos, viabilizando sua candidatura e lhe dando um fôlego que parecia impossível. O gesto lhe garante o papel de principal fiadora da campanha e o espaço que quiser no eventual governo do parceiro, caso ele se eleja. Ameaça diretamente PT e PSDB na tradicional polarização eleitoral das últimas disputas. E, se a candidatura de Campos naufragar, Marina já terá sua Rede montada para a disputa de 2018. Assim, o “empate” foi desenhado com perfeição. Resta saber que resposta o eleitor dará nas urnas para essa estratégia.
Marina já tinha usado o “empate” antes quando integrava o governo Lula. Sabendo que era impossível convencer o presidente a proibir o plantio de transgênicos no País, a então ministra do Meio Ambiente partiu para a resistência, com protestos organizados, pressão política e levantando hipótese de risco para a saúde. Não mudou a cabeça de Lula, mas a pressão serviu para barrar a aprovação do plantio, até hoje liberado a conta-gotas no Brasil. O movimento de agora da ex-senadora acabou surpreendendo governo, oposição e imprensa. Não deveria ser assim. Afinal, Marina joga pelo “empate” há quase trinta anos.

Por Marcelo de Moraes – Estado de S.Paulo

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Componentes da Rede Sustentabilidade também se filiam ao PSB na Paraíba


Fonte da Imagem:  https://www.facebook.com/photo.php?fbid=240364922781510&set=a.205229076295095.1073741827.200178983466771&type=1&theater

Postado da Fonte: http://www.clickpb.com.br/noticias/politica/componentes-da-rede-sustentabilidade-tambem-se-filiam-ao-psb-na-paraiba/
Seguindo o exemplo nacional da ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, que se filiou na tarde deste sábado (05) ao PSB, partido presidido pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos, em solenidade realizada em Brasília, os militantes da Rede Sustentatibilidade na Paraíba decidiram também se filiar ao PSB, como uma forma de construir uma coligação política e eleitoral em torno de um programa e assim poder participar das eleições 2014.
Entre os novos filiados ao PSB paraibano destacam-se os nomes de Adeilton Hilário Júnior, advogado, integrante da Comissão Nacional Provisória da Rede Sustentabilidade e um dos fundadores da Rede/PB; do cantor e compositor paraibano Vital Farias, ex-candidato ao senado pelo PSOL, quando obteve 99.966 votos; José Wagner de Oliveira, professor da UFPB e artista popular; Belarmino Mariano Neto, professor da UEPB em Guarabira e doutor em sociologia e João Maria Cardoso de Andrade, professor estadual em Pirpirituba e servidor da UEPB, entre outros nomes que devem ser confirmados até a noite deste sábado, quando se esgota o prazo para filiações partidárias com vistas às eleições de 2014.
Na quinta-feira (3), o plenário do TSE negou o registro para o partido rejeitando o argumento do Rede de que os cartórios eleitorais foram ineficientes na validação das assinaturas, no que Marina Silva classificou como "o primeiro partido clandestino criado em plena democracia", o que levou o Rede a optar por se filiar a um partido do campo progressista.
Os dois partidos assinaram conjuntamente um manifesto que foi lido na tarde desta sábado, intitulado "Manifesto de Filiação Democrática da Rede ao PSB"
Veja abaixo a íntegra do manifesto:
"Os partidos Rede Sustentabilidade e Partido Socialista Brasileiro decidiram neste sábado, 5 de outubro, formar uma coligação política e eleitoral em torno de um programa para a disputa das eleições de 2014.
Ambos os partidos reafirmam a legitimidade da integridade e da identidade partidária do outro.
Nas circunstâncias criadas por recente decisão da Justiça Eleitoral, o caminho para construir essa coalizão é a filiação democrática e transitória das lideranças e da militância da Rede ao PSB. A filiação democrática e transitória é uma tradição brasileira nas situações em que correntes políticas são impedidas de se organizar formalmente e de participar com sua própria legenda dos processos políticos e eleitorais.
O objetivo central da aliança entre o PSB e a Rede é aprofundar a democracia e construir as bases para um ciclo duradouro de desenvolvimento sustentável, os dois pilares da verdadeira soberania nacional.
A luta da sociedade brasileira tem alcançado importantes conquistas nas últimas décadas: a redemocratização, a estabilidade econômica, a redução das desigualdades sociais. A única forma de manter e aprofundar essas conquistas é avançar. Por isso estamos unindo forças para apresentar uma alternativa ao Brasil.
A convergência programática entre a Rede e o PSB, que será desdobrada num calendário apropriado, é uma contribuição para superar velhos hábitos e vícios da política brasileira. Chegou a hora de a política ser colocada a serviço da sociedade e de o Estado ser finalmente comandado pelo povo brasileiro.
O ato político de hoje é o início de um processo. A aliança entre PSB e Rede será construída de baixo para cima nas escolas, locais de trabalho, municípios, Estados, no diálogo permanente e democrático com as organizações da sociedade.

domingo, 6 de outubro de 2013

Marina está viva. Então, VIVA MARINA SILVA!



Para os que apostaram que Marina estava morta, lamentável, pois Marina está viva. Então, VIVA MARINA SILVA!

A Rede Sustentabilidade demonstrou mais uma vez, sua maturidade política para tratar de conjunturas políticas e golpes contra a democracia brasileira. Marina Silva e toda a direção nacional escolheu o melhor e mais seguro caminho, ao escolher o PSB, pois diante da incerteza em ser candidata e do possível esvaziamento de quadros políticos da Rede nos estados, escolheu exatamente o PSB, partido que nos deu áxilo político, diante da clandestinidade pela qual passam os constituidores da Rede Sustentabilidade.

Muitos apostaram que Marina Silva seria liquidada depois da decisão do Supremo em impedir a legalização do Partido Rede Sustentabilidade. A sociedade brasileira ficou surpresa com o impedimento de registro da Rede. A pergunta era sempre sobre a existência de um plano B. A própria Marina e os participantes da Rede, em momento algum, imaginaram que a jovem democracia brasileira seria engolida por manobras cartoriais, pois mais 900 mil assinaturas foram coletadas em todos os Estados brasileiros.

Só nos cartórios do ABC Paulista está retida mais de 95 mil fichas da Rede. É importante registrar que esse quadro não vale para todo o país, pois o Partido obteve reconhecimento em mais de 15 Estados Brasileiros, muito mais da metade da federação. Esse é um quadro a se lamentar, pois a justiça foi dura e seca, no trato com a representação social de Marina Silva e da Rede Sustentabilidade. A justiça esqueceu em considerar que Marina Silva, obteve 20 milhões de votos, nas eleições de 2010 e que, o não reconhecimento da Rede era uma decisão muito mais política, do que jurídico-burocrática.

Muito importante sabermos qual foi a decisão política: a) O PSB deu áxilo político a todos os membros da rede que pretendem concorrer as eleições em dois 2014, com filiações provisórias; b) Depois que a Rede for legalizada todos os militantes e filiados que quiserem, migrarão para o seu partido definitivo; c) Marina Silva e a Rede Sustentabilidade firmaram uma aliança com o PSB para que o partido fortaleça seu programa e sua candidatura a presidência, inclusive com a possibilidade de o nome de Marina Silva na chapa majoritária; d) Esse tipo de aliança já estava previsto no estatuto da Rede, antecipando a reforma política brasileira.

Outro ponto crucial na atual conjuntura foi a criação repentina e a toque de caixa de pelo menos dois novos partidos. A pergunta é simples, qual a base social dos mesmos, como conseguiram, sem movimento algum, tantas fichas e certidões cartoriais?  Ninguém pode esquecer mais esse capítulo da história político-partidária brasileira. No mínimo houve vista grossa, jeitinho e tudo mais.

Bom, censo, compromisso com o futuro, antecipação de uma coligação, que só era prevista depois do primeiro turno de 2014. Então, a própria conjuntura criou as condições ideias para tal. Lembrando os grandes compositores e poetas: “Quem sabe faz a hora nas espera acontecer” (Geraldo Vandré) “Vocês atravancando o meu caminho passarão, Eu passarinho” (Mário Quintana) “Dentro de mim morreram muitos tigres. Os que ficaram no entanto, estão livres” (Lau Siqueira) “A casa vai Cair” (Escurinho). Estas frases ilustram bem esse importante movimento político e estratégias traçados por Marina Silva e Eduardo Campos.


O PSB e sua história, seu símbolo de esperança, com uma pomba branca simbolizando a paz, o socialismo e a liberdade. A #Rede Sustentabilidade com seu simbolismo dinâmico de busca da sustentabilidade política, econômica, social, cultural e ambiental. Essa aliança será duradoura, pois estas duas lideranças investidas em Eduardo Campos e Marina Silva, inspiram a confiança de um Brasil com uma Nova Política.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Programa de Biografia

UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA - UEPB
CENTRO DE HUMANIDADES
DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA
COORDENAÇÃO DO CURSO DE GEOGRAFIA
DISCIPLINA: BIOGEOGRAFIA
ANO:  2013.2 (tarde e noite)

Professores: Belarmino Mariano Neto (belogeo@yahoo.com.br)


PLANO DE CURSO


1. EMENTA DA DISCIPLINA
Biogeografia: Conceitos e divisões. Evolução, campos de estudo e tendências atuais da Biogeografia. Princípios biogeográficos. A Biosfera e as relações de interdependência. A distribuição dos seres vivos: fatores. Os fatores ecológicos. Os Biomas terrestres. A interferência do homem nos Biomas terrestres. Fitogeografia e Zoogeografia do Brasil. A degradação dos ecossistemas brasileiros. Aplicações da Biogeografia.

2. OBJETIVO(S)
Compreender os mecanismos da distribuição dos seres vivos no tempo e no espaço. Ressaltar o caráter interdisciplinar da Biogeografia através das interrelações entre a abosdagem ecológica e geográfica. Enfatizar as relações entre a Biogeografia, a conservação da natureza e o planejamento ambiental.

3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

UNID.                                            ASSUNTO                                                 

  
   I -        Biogeografia: conceitos e divisões
1.     A evolução da biogeografia;
2.     A biosfera campo da biogeografia;
3.     Conceito de meio ambiente;                    
4.     As ciências auxiliares da biogeografia;
5.     Biogeografia e Ecologia.

    II -      Classificação e Evolução dos seres vivos
1.     Categorias Sistemáticas;
2.     Classificação dos Animais;                                                       
3.     Classificação dos Vegetais;
4.     A coluna cronogeológica.

   III  -     Distribuição  das Espécies

1.     Distribuição Geográfica;

2.     Distribuição Ecológica;                                                        

3.     Deriva Continental.  


     IV -       1.  Componentes de um ecossistema;
                  2.  Cadeias alimentares;                                                            
3.   Relações Harmônicas e desarmônicas.

     V  -   Os Grandes Ecossistemas da Terra
1.     Tundra, Taiga, Floresta Temperada, Floresta Tropical,    
      Campos e Desertos;                                                            

    VI  -      1.   Regiões  fito-geográficas do Brasil;
2. Conservação da Natureza.


4. MÉTODOS E TÉCNICAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM
Aulas expositivas dialogadas. traballho campo. Estudos dirigidos. Leitura de mapas. Debates.

5. RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro. Apresentação em Projeto multimidia. Mapas. Vídeos,

6. TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
Seminários; redação de Artigos; Relatórios; Fichamento de textos.

7. BIBLIOGRAFIA

ABÍLIO, F. J. P.(org.) Bioma Caatinga: ecologia, biodiversidade, educação ambiental e práticas pedagógicas. João Pessoa: Universitária UFPB, 2010.
AB’SABER, A. N. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003.
AB”SABER, A.N. Ecossistemas do Brasil. São Paulo: Metalivros, 2009.
Dicionário de Ecologia e Ciências Ambientais. São Paulo, Compainha Editora melhoramentos (Dicionários Temáticos melhoramentos.) 1998.
ARRUDA, Luciene Vieira; MARIANO NETO, Belarmino (Orgs.). Geografia e Território – Planejamento urbano, rural e ambiental. João Pessoa: Ideia, 2013. Volume II.
DE MARTONNE, Emm. Tratado de Geografia Física. Barcelona, Provenza,     101, Editora Juventud – Tomo 2. 1975.
DREW, David. Processos Interativos Homem-meio ambiente. Rio de janeiro: Bertrand Brasil, 2010.
LUETZELBURG, Phillipp Von. Estudos Botânico do Nordeste. Volume 1. Ministério da Aviação e Obras Públicas.
MARIANO NETO, Belarmino. Ecologia e Imaginário: memória cultural, natureza e submundialização. João Pessoa: UFPB/Universitária, 2001.
MARIANO NETO, Belarmino. Geografia: Textos, contextos e pretextos para o planejamento ambiental. Guarabira: Gráfica São Paulo, UEPB, 2003.
MARIANO NETO, Belarmino; ARRUDA, Luciene Vieira (Orgs.). Geografia e Território – Planejamento urbano, rural e ambiental. João Pessoa: Ideia, 2010.
MARIANO NETO, Belarmino. http://observatoriodoagreste.blogspot.com – artigos, dissertações e teses, vários anos.
MARTINS, Celso. Biogeografia e Ecologia. 5. ed. São Paulo, Nobel, 1985.
MOREIRA, Ruy. O Circulo e a Espiral: A crise paradigmática do mundo moderno. Rio de Janeiro: Obra Aberta, 1993.
ODUM, Eugene P. Ecologia.Rio de Janeiro: Editora Guanabara: 1988.
PASSOS, Messias Modesto. Biogeografia e Paisagem. Maringá/ PR: Edições do Autor, 1998.
PEREIRA, João Batista da Silva e ALMEIDA, Josimar Ribeiro de. Biogeografia  e Geomorflogia. In:  GUERRA, Antônio José Teixera e CUNHA, Sandra Baptista. Geomorfolologia e Meio Ambiente. Rio de Janeiro, Editora Bertrand Brasil. 1996.
PINTO, Maria Novais (org.) Cerrado: caracterização, ocupação e perpectivas. Brasília, UNB. 1993.
RIZZINI, C. T. de. Tratado de Fitogeografia do Brasil. Volume 1 e 2, Editora     Hucitec. São Paulo, 1978.
ROMARIZ, Dora de Amarante. Biogeografia: Temas e Conceitos. São Paulo: Scortecci, 2008.
RODRIGUES, José Manoel Mateo et al. Geoecologia das paisagens: uma visão geossistêmia da análise ambiental. Fortaleza: Edições UFC, 2007.
SAMPAIO, Everardo V. S. B.[et al].Vegetação e flora da caatinga. Recife : APNE, 2002.                        
SCHULTZ, Alarich R.H. Introdução à Botânica Sistemática. 4aed. Porto Alegre,   Ed. da Universidade, UFRGS.1984.
STORER, Tracy 1. & USINGER, Robert L. Zoologia Geral. Trad. Caludio Gilberto Froehlich. 4aed. São Paulo, Compainha Editora Nacional, 1973.
SUERTEGARAY. Dirce Maria Antunes. Geografia física e geografia humana: Uma questão de método - Um ensaio a partir da pesquisa sobre arenização. GEOgraphia, Rio de Janneiro, Vol. 12, No 23, p. 8 -29. 2010.

TROPPMAIR, Helmut. Biogeografia e Meio Ambiente. 8.ed. Rio Claro/ SP:Divisa, 2008.

Programa de Teoria e Evolução do Pensamento Geográfico

                                               Departamento de  Geografia
                             Coordenação de Geografia

Prof. Dr. Belarmino Mariano Neto belogeo@yahoo.com.br

Disciplina: Teoria e Evolução do Pensamento Geográfico
Carga horária de 60 horas aulas – Turma: 2013.2 e 2013.2 
(Tarde e Noite)

PROGRAMA DE CURSO

Ementa: Teoria e linguagens geográficas, A geografia enquanto ciência, ramos da geografia, campos de estudo, categorias geográficas, princípios geográficos, evolução do conhecimento geográfico, correntes de pensamento e teóricos, o pensamento geográfico no Brasil.

Objetivo Geral: Compreender os fundamentos teóricos e escolas de pensamento geográfico, considerando a evolução da ciência geográfica.

Objetivos Específicos: Apresentar as principais categorias e princípios geográficos; Expor as principais correntes de pensamento geográfico e suas fundamentações teóricas; Demonstrar as diferentes possibilidades metodológicas para a construção de uma pesquisa geográfica; Discutir técnicas, problemas e objetos que justifiquem a escolha de uma metodologia de pesquisa geográfica.

Metodologia: Orientação e acompanhamento de leituras, debates, seminários, aulas expositivas dialogadas; oficina experimental de projetos de pesquisa e produção de textos/artigos.
Avaliação: sistema contínuo com participação direta, presencial e produção intelectual apresentada de forma escrita ou oral, contextualizada e exposta ao debate/crítico.

Conteúdo Programático

1. A construção do Pensamento geográfico: Correntes de pensamentos, fundamentos teóricos e ideologias geográficas; Crise paradigmática do mundo moderno e perspectivas para a pesquisa geográfica; princípios e categorias geográficas.
2. A Geografia enquanto Ciência da Sociedade: Origens e pressupostos da geografia, ideologias geográficas, herança filosófica, os fundadores e as renovações do pensamento geográfico.
3. Geografia: Espaço, Tempo, Sociedade e Natureza. Os movimentos de renovação da geografia e a geografia crítica.
4. Geografia: lugar, paisagem, território, região cultura e ambiente. Princípios, correntes e ideologias da ciência geográfica contemporânea.
Bibliografia:
AMORIM, filho, O. B. Reflexões sobre as tendências teórico-metodológicas da Geografia. Belo Horizonte, ICHS, UFMG, 1978.
ALBUQUERQUE JÚNIOR, Durval Muniz. Preconceito contra a origem geográfica de lugar – as fronteiras da discórdia. São Paulo: Cortez, 2007.
ANDRADE, Manoel Correia de. Geografia Ciência da Sociedade: uma introdução à análise do pensamento geográfico. São Paulo: Atlas, 1992.
ANDRADE, Manoel Correia de. (Org.) Élisée Reclus: Geografia. São Paulo: Ática, 1985.
ALVES, Giovanni; MARTINEZ, Vinício (Orgs.). Dialética do Ciberespaço – trabalho, tecnologia e política no capitalismo global. Bauru/SP: Editora Praxis (Document Arminda), 2002.
ASSOCIAÇÃO DOS GEOGRAFOS BRASILEIROS. Geografia, Território e Tecnologia. São Paulo: Terra Livre, nº 9, 1º semestre 1992.
ASSOCIAÇÃO DOS GEOGRAFOS BRASILEIROS. Geografia espaço & memória. São Paulo: Terra Livre, nº 10, 1º semestre 1994.
ASSOCIAÇÃO DOS GEOGRAFOS BRASILEIROS. Paradigmas da Geografia (Parte I). São Paulo: Terra Livre, nº 16, 1º semestre 2001.
ASSOCIAÇÃO DOS GEOGRAFOS BRASILEIROS. Paradigmas da Geografia (Parte II). São Paulo: Terra Livre, nº 17, 2º semestre 2001.
CARNEIRO, Sandra de Sá; SANT´ANNA, M. J. G. (Orgs.). Cidade: olhares e trajetórias. Rio de Janeiro: Garamond universitária, 2009.
CASTRO, Iná E. GOMES, Paulo C. C. e CORRÊIA, R. L. (Org.). Explorações Geográficas. São Paulo: Bertrand Brasil, 1997.
CASTRO, Iná E. GOMES.& MIRANDA, Mariana. EGLERE, Cláudio A. G. (Org.). Redescobrindo o Brasil: 500 anos depois. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999.
CASTRO, Iná Elias de. Geografia e política: território, escala de ação e instituições. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005.
CHRISTOFOLETTI, Antônio. Perspectivas da Geografia. Difel, São Paulo, 1982
CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2000.
CORRÊA, Roberto Lobato. Região e organização espacial. 2 ed. São Paulo, Ática, 1987.
CORRÊA, Roberto Lobato. Trajetórias geográficas. Rio de Janeiro/RJ: Bertrand Brasil, 2005.
DANTAS, Aldo. Pierre Monbeig – um marco da geografia brasileira. Porto Alegre/RS: Editora Sulina, 2005.
DOLFUSS, Oliviar. O espaço geográfico. Difel, São Paulo, 1978.
FERNANDES, Manoel. Aula de Geografia. Campina Grande-PB: Bagagem, 2003.
FILHO, Ciro Marcondes. Sociedade Tecnológica. São Paulo: Scipione, 1994.
HARTSHORNE, Richard. Propósitos e natureza da Geografia. Hicitec, São Paulo, 1978.
KROPOTKIN, Piort. O Estado e seu papel histórico. São Paulo: Imaginário/ Nu-sol/PUC-SP, 2000.
KROPOTKIN, Piort. Teoria e Método (Seleção de Textos Por José William Vesentini). São Paulo: Boletim da AGB 13, 1986.
LACOSTE, Yves. Geografia do Subdesenvolvimento. São Paulo; Difel, 1985.
LACOSTE, Yves.A Geografia – isso serve, em primeiro lugar para fazer a guerra. São Paulo: Papirus, 1985.
LÉVY, Pierre. A inteligência Coletiva – por uma antropologia do ciberespaço. São Paulo: Loyola, 2000.
LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: editora 34, 2000.
MACIEL, Caio Augusto Amorim (Org.). Entre Geografia e Geosofia – abordagens culturais do espaço. Recife/PE: Editora da UFPE, 2009.
MARIANO NETO, Belarmino. Ecologia e Imaginário: memória cultural, natureza e submundialização. João Pessoa: UFPB/Universitária, 2001.
MARIANO NETO, Belarmino. Geografia: Textos, contextos e pretextos para o planejamento ambiental. Guarabira: Gráfica São Paulo, UEPB, 2003.
MARIANO NETO, Belarmino; ARRUDA, Luciene Vieira (Orgs.). Geografia e Território – Planejamento urbano, rural e ambiental. João Pessoa: Ideia, 2010.
MARIANO NETO, Belarmino. http://observatoriodoagreste.blogspot.com – artigos, dissertações e teses, vários anos.
MORAES, Antonio Carlos Robert. Ideologias Geográficas. São Paulo: Hulcitec, 1996.
MORAES, Antonio Carlos Robert Geografia Pequena História Crítica. São Paulo: Hucitec, 1991.
MOREIRA, Emília, TARGINO, Ivan. Capítulos de Geografia Agrária da Paraíba. In ____ Os movimentos sociais no campo e as conquistas da classe trabalhadora. João Pessoa: Editora Universitária/UEPB, 1997, p. 279 – 331.
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