domingo, 6 de outubro de 2013

Marina está viva. Então, VIVA MARINA SILVA!



Para os que apostaram que Marina estava morta, lamentável, pois Marina está viva. Então, VIVA MARINA SILVA!

A Rede Sustentabilidade demonstrou mais uma vez, sua maturidade política para tratar de conjunturas políticas e golpes contra a democracia brasileira. Marina Silva e toda a direção nacional escolheu o melhor e mais seguro caminho, ao escolher o PSB, pois diante da incerteza em ser candidata e do possível esvaziamento de quadros políticos da Rede nos estados, escolheu exatamente o PSB, partido que nos deu áxilo político, diante da clandestinidade pela qual passam os constituidores da Rede Sustentabilidade.

Muitos apostaram que Marina Silva seria liquidada depois da decisão do Supremo em impedir a legalização do Partido Rede Sustentabilidade. A sociedade brasileira ficou surpresa com o impedimento de registro da Rede. A pergunta era sempre sobre a existência de um plano B. A própria Marina e os participantes da Rede, em momento algum, imaginaram que a jovem democracia brasileira seria engolida por manobras cartoriais, pois mais 900 mil assinaturas foram coletadas em todos os Estados brasileiros.

Só nos cartórios do ABC Paulista está retida mais de 95 mil fichas da Rede. É importante registrar que esse quadro não vale para todo o país, pois o Partido obteve reconhecimento em mais de 15 Estados Brasileiros, muito mais da metade da federação. Esse é um quadro a se lamentar, pois a justiça foi dura e seca, no trato com a representação social de Marina Silva e da Rede Sustentabilidade. A justiça esqueceu em considerar que Marina Silva, obteve 20 milhões de votos, nas eleições de 2010 e que, o não reconhecimento da Rede era uma decisão muito mais política, do que jurídico-burocrática.

Muito importante sabermos qual foi a decisão política: a) O PSB deu áxilo político a todos os membros da rede que pretendem concorrer as eleições em dois 2014, com filiações provisórias; b) Depois que a Rede for legalizada todos os militantes e filiados que quiserem, migrarão para o seu partido definitivo; c) Marina Silva e a Rede Sustentabilidade firmaram uma aliança com o PSB para que o partido fortaleça seu programa e sua candidatura a presidência, inclusive com a possibilidade de o nome de Marina Silva na chapa majoritária; d) Esse tipo de aliança já estava previsto no estatuto da Rede, antecipando a reforma política brasileira.

Outro ponto crucial na atual conjuntura foi a criação repentina e a toque de caixa de pelo menos dois novos partidos. A pergunta é simples, qual a base social dos mesmos, como conseguiram, sem movimento algum, tantas fichas e certidões cartoriais?  Ninguém pode esquecer mais esse capítulo da história político-partidária brasileira. No mínimo houve vista grossa, jeitinho e tudo mais.

Bom, censo, compromisso com o futuro, antecipação de uma coligação, que só era prevista depois do primeiro turno de 2014. Então, a própria conjuntura criou as condições ideias para tal. Lembrando os grandes compositores e poetas: “Quem sabe faz a hora nas espera acontecer” (Geraldo Vandré) “Vocês atravancando o meu caminho passarão, Eu passarinho” (Mário Quintana) “Dentro de mim morreram muitos tigres. Os que ficaram no entanto, estão livres” (Lau Siqueira) “A casa vai Cair” (Escurinho). Estas frases ilustram bem esse importante movimento político e estratégias traçados por Marina Silva e Eduardo Campos.


O PSB e sua história, seu símbolo de esperança, com uma pomba branca simbolizando a paz, o socialismo e a liberdade. A #Rede Sustentabilidade com seu simbolismo dinâmico de busca da sustentabilidade política, econômica, social, cultural e ambiental. Essa aliança será duradoura, pois estas duas lideranças investidas em Eduardo Campos e Marina Silva, inspiram a confiança de um Brasil com uma Nova Política.

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